Em resumo
Égio conta a própria trajetória: a confecção da família que quebrou quando a China chegou ao mercado, o recomeço do zero, os anúncios a 4 centavos por lead e a empresa que quase morreu antes de nascer, até chegar a 160 pessoas numa fábrica de autoestima.
A conversa passa também por temas do momento: por que quem usa IA vai substituir quem não usa, como a inteligência artificial pode potencializar uma equipe em vez de servir para demitir, e o caminho do bloco de notas, onde ele programava sites, até a IA que faz tudo num comando. E pela cultura que sustenta a empresa: intuição de empresário, postura de dono, alegria em servir, como dizer não sem perder o cliente, o exemplo dos pais e o jeito mineiro de fazer negócio.
Para quem está começando, o recado é direto: sonhar pequeno ou sonhar grande dá o mesmo trabalho, e a execução tem hora que é mais importante do que a criatividade.
